Eis aí salários que não estão nada maus em tempos bicudos, de desemprego e de forte crise econômica. Mesmo sem efetivamente darem aulas, eis que colocados à disposição da APLB por força de lei, alguns dos atuais dirigentes da entidade estão literalmente rindo à toa com os ótimos salários recebidos, e que caem religiosamente em suas contas de 30 em 30 dias, chova ou faça sol.

É que bem ao contrário da grande maioria dos servidores públicos municipais, inclusive de capacitados advogados que ganham em torno de R$ 3 mil reais mensais, professores e dirigentes como o atual presidente Neilton Castro da  Cruz, com uma carga de 40 horas semanais,  chegam a receber até R$ 11.299,84 por mês, divididos em R$ 6.058,90 como salário base, mais R$ 1.635,90 como salário vantagens, acrescidos de mais R$ 3.605,04 a título de salário gratificação.

Outro felizardo e de bem com a vida, após longa  temporada de curso remunerado na Europa  por conta da Prefeitura Municipal de Porto Seguro,  é o dirigente Euvadelis Pereira Santos, cujo contracheque chega a R$ 9.966,88, somados todos os benefícios, apesar de também não dar aulas há anos.

Trata-se, sem dúvida alguma, de uma verdadeira fortuna. Ou não? Aí eu me pergunto: por que não estudei para ser professor municipal e líder sindical? Ganhar até mais de R$ 11 mil reais por uma carga semanal de 40 horas? Será que tem profissão mais tranquila, rentável e confortável  em Porto Seguro?   

Segundo informações, existem professores municipais que ainda ganham mais do que os valores referenciados. 

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