Contrato social comprova que o advogado Hélio Lima é apenas procurador do Hotel Uchoa, empresa que sequer é autora do pedido liminar que limitou o volume de som nos casamentos realizados no Quadrado, em Trancoso.

 

 

A cada dia mais desacreditado, em franca decadência e rumo ao ostracismo político, que o ex-prefeito de Porto Seguro, Ubaldino Júnior, não merece respostas e nem maiores  créditos, isso nem se discute mais. Mas daí a levantar suspeitas contra o procurador geral do município, o advogado   Hélio Lima, e a própria juíza Michelle Quadros, juíza responsável pela Vara da Fazenda Pública,   vai uma irresponsabilidade e distância muito grandes, como o fez, nessa segunda,  02, ao afirmar  categoricamente em seu programa de insanidades semanal que forças “poderosas” e "misteriosas" teriam influenciado na decisão judicial que limitou o volume de som no Quadrado, em Trancoso, durante festas de casamentos.

Acusado pelo ex-gestor de ser um dos sócios ocultos do Hotel Uchoa, o procurador Hélio Lima explica. “Trata-se mais uma vez de um pronunciamento totalmente  infeliz e fora da realidade. Primeiro, que o ex-prefeito conhece bem o meu trabalho, a minha idoneidade e a minha capacidade financeira. Graças a Deus, advogo há quase 30 anos e nunca precisei  lesar meus clientes ou desviar dinheiro público, quem me conhece sabe disso. Eu apenas, como advogado,  sou procurador de uma das proprietárias do hotel, salvo engano desde 2007,   e figurei como sócio da empresa até 2013 com uma cota de apenas R$ 1,00 (um real) por questão meramente contratual  e fiscal, até que a minha cliente regularizou a sua situação legal no País, conforme registro em cartório.

Segundo, que não fui eu e nem a prefeitura que ajuizamos o pedido liminar pleiteando a diminuição do som nas festas de casamentos realizadas em Trancoso, quem o fez foi uma entidade,  através de outro advogado, baseado na legislação vigente, tendo a Justiça interpretado e tomado a sua decisão respaldado na lei e de acordo com o convencimento pessoal de quem proferiu a decisão. Muito pelo contrário, o município também é réu na ação proposta pela referida entidade. Ou seja, jamais tive qualquer participação no pedido ou na sua execução, muito menos a prefeitura.   

Terceiro, que ao querer jogar a responsabilidade sobre mim e a prefeitura, como se eu fosse algum advogado poderoso ou mafioso a atender interesses escusos, ele colocou em xeque a própria lisura da Justiça local, em especial  a da juíza  que proferiu a decisão, uma magistrada extremamente íntegra e técnica, que julgou   em conformidade à lei e ao pedido. Me admira muito que ele como advogado não saiba distinguir um sócio de um simples procurador. Mas, de Ubaldino, o que mais podemos esperar? Isso só revela descrédito e desespero, mais nada” conclui Helio Lima.

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

TPL_tt_MAIN_PAGE TPL_tt_CONTACTS TPL_tt_SEARCH