A exemplo do que fez o presidente da Câmara, Evaí Fonseca, a prefeita de Porto Seguro faria um enorme bem à comunidade se implantasse, urgentemente, ponto biométrico em todas as secretarias do município, obrigando servidores a registrar diariamente – e pessoalmente – os horários de suas entradas e saídas.

Sim, parece que virou brincadeira ser servidor público municipal em nossa cidade, apesar dos salários bastante razoáveis – ao menos se comparados à iniciativa privada – e que são pagos religiosamente em dia pela atual administração. Tem gente - não são todos, por óbvio -  que parece acreditar que trabalhar na prefeitura, cujo horário de funcionamento ao público vai somente das 8 às 14 horas, é apenas um quebra-galho ou uma simples boquinha a engordar o orçamento mensal.

Hoje mesmo pela manhã, nesta segunda-feira, 19, após um feriadão prolongado, ao dirigir-me a uma secretaria, onde ao menos existem uns 25 servidores e assessores lotados ou nomeados, às 8:30 hs, em plena segunda-feira, não havia um único funcionário, assessor ou secretário trabalhando. A única pessoa presente era uma única faxineira, que não soube informar o que se passava com o restante do pessoal.

E depois tem gente que ainda se queixa e reclama da vida. Trabalhar mesmo e cumprir horário, que é bom, necas de catibiriba. Da próxima vez darei nome e sobrenome aos relapsos e mais folgados. Imagino que deve ter sido a ressaca das festas juninas. Ou a ressaca do  Fla-Flu de ontem. Só pode.

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